segunda-feira, 13 de setembro de 2010

(ANOITECEU DE VEZ)

A noite costuma vir aos poucos,
Mas hoje veio mais cedo.

(Na penumbra tropeço nos tocos,
Contudo, eu sei dos rochedos.)

A Lua, ontem, iluminando demais,
Foi um sinal que não desvendei.

(Eu que conheci mistérios astrais,
E dos astros já fui rei.)

Anoiteceu tão prontamente
Que as estrelas pareciam outras.

(E nem sei o que você sente,
À noite, entre e o escuro e as ostras.)

(Luciene Lima Prado) 

Um comentário:

  1. Um poema lindo, para várias leituras. Amei o desfecho.

    "Anoiteceu tão prontamente
    Que as estrelas pareciam outras.

    (E nem sei o que você sente,
    À noite, entre e o escuro e as ostras.)"

    Bjs, Luciene. Sempre um prazer "te ler". Inté!

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Agradeço a todos pelos comentários! Tudo de melhor para vocês! Um abraço apertado!

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