terça-feira, 7 de setembro de 2010

VOLÚPIA


A felicidade que em nós dimana,
Com gosto agradável que não acaba,
Parece água pura de cascata
A correr ao fundo de uma cabana.

Há de nos cobrir todo este prazer,
Em inúmeras gotas e sabores,
Pintados com as mais bonitas cores
Do “azulecer” ao esperado “enluecer”.

Mas paremos por um breve intervalo,
Que alegria em excesso também nos cansa
(Como já me entediou a velha França).

Então, nos delírios que tenho e embalo,
A felicidade virá... (outra vez)
Para nos levar em grande embriaguez.

(Luciene Lima Prado)

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