domingo, 5 de setembro de 2010

CASUAL


Sempre ser...
Nunca não ser...
Talvez ler Shakespeare.

Ficar e se recusar a ir;
Como estátua marmórea
Que nada condena,
Tampouco absolve.

O que vem depois?

...

Tudo termina assim:
No meio do rio,
A forma do medo;
No meio da gente,
O redemoinho.

(Luciene Lima Prado)

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