sábado, 4 de setembro de 2010

UMA LEVEZA DE AMOR

Não jure em vão,
Com teu amor breve,
Apenas me dê a mão.

Cala-te sob esse amor leve,
Que nesta noite, em canção,
Em meu peito ferve.

Há um quê de verve,
Neste amor sem refrão;
Mesmo pouco, nos serve.

Amor que não tem imensidão,
Vem devagar como neve,
Vai embora sem ilusão.

(Luciene Lima Prado)

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